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Andorinhas sem Rumo em Ataque

 

Andorinha isolada sem lugar para ter ninho. Sem botar ou chocar seu Interior estando lotado.

Triste sem solução em ataque derreia frustrada. Em perseguição de malvados tiranos volteados.

Delírio embasa e retrocede, ao ver os atos maus. Aguardar a bonança nos braços do amado.

Tocaia inimiga que anda negaceando em seu algoz. Num imprevisto com os passos encerrados.

 

Ideia é ter o ninho no alto da paineira. Mais o azar é na estiagem some o meu ideal sossego.

Tardes e manhãs em assembleia fazem o cerco. Malandros desocupados atingem o apego.

Mudam o idioma para não entender os atos malignos. Na astucia procuram em falar em grego.

Fazem cair nas armadilhas de suas línguas afiadas. Pontaria segura que na mira ficam vesgo.

 

Terra de bênçãos onde devia reinar a paz.  Inocente andorinha poderia desde já virar anjo.

Mais com vadios atuando na pura desgraça. Inimigos que governam em sofisticados arranjos.

Andorinha sujeita em ter paz relativa. Em revoadas castas mais em contraste eu não tanjo.

Braços truculentos braços frágeis distancio. Braços de poder em amizade que eu manjo.

 

Paciência faz restaurar o ninho. As atrocidades derretem esvaindo o poder do erro

Picam os filhotes em um ninho abastecido. Perseguidores que adorem seus bezerros.

Frustram com ouro do mundo e jactância. Ocupem em verem destruídos o seu cerro.

Mãos no rosto embrulhado na camisa. Ao ver um maioral infiltrar sem socalco no aterro.

 

Composta em 10/04/2016 17:17:17

 

 

 

 

 

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