Amor de Himalaia (Vanerão, Baião)

Parede de cimento a um metro do meu lado.
Aonde sou fracassado a ver  denotando amor.
Dividimos nossa casa no divórcio realizado.
Propriedade que custaram toneladas de suor.
Amei essa mulher amor mais louco da vida.
Hoje em pilhéria ela quer ver minha dor.
Amor fingido permeava incauto acreditava.
Até que revelou teu falso pudor.

Casa assombrada sem dormir com pesadelo.
Porque outro nos seus braços faz carinhos em falsidade.
Desfrutando meu patrimônio nem vermelho não fica.
Rasgo o travesseiros não suporto essa rivalidade.
Meu caráter é conhecido meu talento todos sabe.
Jamais esquecerá minha masculidade.
Enquanto abraça e beija a estrela cadente.
Marginal baixa ralé suja na autoridade.

Não sei o que passará nos miolos dessa mulher.
Aceitando escória em lugar de ouro e prata.
Fiquei com nojo de sua conduta findou minha afeição.
Só Deus pode avaliar a sua atitude ingrata.
Com raiva do destino que corroeu a felicidade.
Amor de Himalaia por uma nota barata
Faço meus cálculos sem denominador comum.
O teu falso amor devagarzinho me mata.

Composta em 29 de agosto de 2006 – às 20h36

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.