Ingrata Solidão

Querem saber por que é que eu choro. Saber qual  a dor que tenho.

Porque é que vivo tão triste. Qual a razão desde meu engenho.

Pois nunca possui um amor sincero. Inúmeras de quem fiz tanto empenho.

Ouve constrangimento com toda minha lealdade. Na amargura arrasada mantenho.

 

Janeiros chegaram à expectativa. Sem encontrar as de sincero coração. .

É uma angustia que me apodera. Derrota a vida na  ingrata solidão.

Fui destruído na era das vacas gordas. Com todo encosto que eu tinha na vida.

Na confiança pensar existir. Na compatividade em ter uma querida.

 

Descrente eu assentei numa derrota. Que não desejo acontecer com meus amigos.

Sem contradição ao ver no microscópio. Horas amargas sem medir o pior dos perigos.

Meus dias findam corroídos sem esperança. Choro sim pela dor que na cã  mastigo.

Restam um fracasso por confiar na ignominia. Na resolução  atrasada que investigo

 

 

 

Composta em 7/7/2016.

 

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