Manancial do amor (Cateretê)

Não canso de dar-te felicidade nem que queira me abandonar.
Diz que é feliz noutros braços mesmo que em segredo eu tenha que chorar.
Meu manancial de amor flui suavemente represado num coração transpassado.
Meus carinhos cansam rompe as comporta naufragado num sonho sem acordar.

Meu amor igual o raio do sol deixando você enfeitada.
Ilumina onde está necessitando de calor mesmo coma dor.
Você germina animada mais disposta fazer-me ingratidão.
Dividindo com outros o seu tão desejado amor.

Você na sabe quanto dói desprezando a alma que deseja.
Ultimas gotas de amor só reservo a você sem me arrepender.
Quero ser feliz sem vingança praticar por me judiar.
Nem que eu chore o resto da vida por não te compreender.

Conforto que eu te dei faz seus frutos amadurecidos.
Meus diverssários têm alvos eficazes uma atitude ampla fugazes.
Sem saber que meu casulo amoroso fértil em era empobrecido.
Aproveitam tira pombas do meu laço devorando este rapaz

Composta em 11 de novembro de 2006 – às 11h18

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