Bola no Gramado (cururu)

Estou pobre doente derrotado. Estou nú triste flagelado

Traças percevejo atacado. Ensebado mangas derrubado

Igual paletó no cabide.

Igual escova de chifrudo. Selecionado estou mudo.

Rodeado de homens graúdos. Ameaçando são papudos.

Causador é o Henrique e o Euclides.

Sujou minha cara sou coivara. Roubou minha capivara

A preciosa princesa Araíde.

 

Estou no banco reservado. Eles marcam o tento no gramado.

Tem ânimo  os tarados. Sou simples galo afinado.

O pudim comigo não divide .

Sou isolado ausente de defesa. Saciam de minha lauta mesa.

Logram eu  com destreza. Dominam minha princesa.

O empresário Raul e Ataíde.

Fico ausente do amor da capivara. Minha vida derrota e azara.

Com eles não tem quem lide.

 

Vivo em casa sem carinho. Coroado a vida de espinho.

Sou acuado dos vizinhos. Minaram todo meu caminho.

A mim todos fracassos reside.

Ela é igual bola no gramado. Passeia em todos estados.

Cosméticos todos importados. Meu porto está minado.

Ficando ausente da Araíde.

Eles parece ser fila de banco. se acotovelam dando tranco.

O renato o Pedro e Alcides.

 

Com o Oliveira anda de carro. Desprezando o joão de barros.

De mim tirando sarro. Esmiuçaram  com o meu jarro.

E o facécia   aguento do Eurides.

Sem ela estou com o pé no toco. Levando a vida de louco.

Em exalação morro aos pouco. Seu der de bom entro no soco.

Adeus enfim minha Araìde

Porque o doutor Francisco e o Fábio. Fazem frente lambendo os lábios

Padrão é o bruno e Aristides.

 

Composta em 28/5/2013

 

 

 

 

 

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