Dão tapas e esconde as mãos

Eu escrevo os meus versos acompanhando os fatos.

Também não sou político e com ninguém eu debato.

Também não sou humorista Não aprecio ser gaiato.

Leio todas as manchetes e noto os espalhafatos.

Esticam todo o puxa-puxa aos poucos chego e dilato.

Não aprecio mentiras. Gamado na verdade eu acato.

Arrastam despistadores é coisa que eu acho chato.

Puxaram as mamas do Brasil. Foram os grandes carrapatos.

Custeando dinheiro do povo E passam serem os campeonatos.

Dão as tapas e esconde as mãos gostam de imitar o gato.

Dizem serem muito honestos Mais são os piores dos ingratos.

Amigos vão se distanciando quem comia no mesmo prato.

Brasil terá grande história Por serem a nação  de ratos.

Dinheiro igual onda de mar Não pensava em regatos.

Os que mais se destacava Mais fracassando nos tratos.

Nadando em tantos dinheiros e depois transforma em trapos.

Querem serem os verdadeiros mais observe seu retrato.

Na presença de Sergio Moro que corta tudo seu barato.

Precisava de bom castigo  Machado para cortar mato.

Fazer o sol torrar no castigo Deixando o branco mulato.

Na presença do juiz tu vai gaguejar de fato.

Trapacearam rolaram e divertiram Virando gato e sapato.

Esconderam as mentiras Falsificaram mais descobriram o ato.

Chorem leite derramado na condenação do lava a jato.

Meia dezena de advogados O Ciro Mário e Gasparato.

Fazolin Paulo Ricardo e Juca. Ouve fracasso até o Viriato.

Composta em31/8/2016

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