Abotoado o Fecho (Guarânia)

Numa cadeia eterna. Preso no amor dos teus braços.
Que não liberta por nada. No seu corpo sem espaço.
Vivo só submergido.Igual tatu em seus terraços .
Sou chiclete permanente. Super bonder nos engaços

Estimulando meus anseios. Fazendo suas necessidade.
Em mútuo amor permitido. Culminando a felicidade.
Nessa costura amorosa. Abotoamos o fecho no zíper.
Sem espaço tiro o eco. Sem vácuo ou bip.

Fomos feitos um para o outro. Sem desvio na bitola
Fico igual sardinha na lata. Apertando a serigola.
Saindo pra fora na esquina. No cansaço dá náuseas e vômito
Só você dá satisfação. Num romance muito bonito.

Composta em 25 de setembro de 2007 – às 9h42

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