Briga de Velhos

Dizem que o Brasil está se envelhecendo. Começa com a câmera senado e plenário.

Enquanto novos isolam não qualificam. Velhos permanecem no balneário.

No mar não entram sem equipamentos.  E na terra não são dromedários.

Permanecem brigas imitando criancinhas. Porque Alzheimer está em documentário.

 

Parecem matilhas de cães hidrofóbicos. Doentes  materialistas  sem veterinários.

Pensam serem eternos com as falsidades. Cabelos e faces mostram qual destinatário.

Caminhos que levam a pompa dos da elite. Prisões eternas têm os proprietários.

Ganancias de rios ou de mares de dinheiros. Mais no xilindró ficam solitários.

 

Nem vermelho ficam ao vim à tona. Ao ser narrados os seus fichários.

Jatinhos que manobram de norte a sul.  Problemas atuam deixam imaginários.

Acabam destruindo seus antigos amigos. Que compartilhavam em contos de vigários.

Jamais faltam apoio  dos driblados. Que levaram seus tempos de otários.

 

Nó aperta e ferrugem que corrói. Fisgam o Roberto, Jonas ou o Mário.

Negócio é preservar estimados euros. E jamais adianta serem bilionários.

Tornozeleiras ou entre quatro paredes. Recorda da esposa filhos, o Apolinário.

Brigas de velhos tem mal remate. Sem Deus ainda querem lograr com o rosário.

 

Composta em 5/5/2016

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