Dei o Troco (Guarânia)

Será que você mentia quando ao chamar de meu bem.
Dizia que igual mim no mundo não havia mais ninguém.
Logo mais prato reservado comer junto foi além.
Ficando dona de rua esperava e você não vem.

Você foi ficando impertinente só ruindade que contém.
Fui obrigado dar o troco com a mesma moeda também.
Hoje não interesso se você é de um ou é de cem.
Os que interessam que eu sou livre cansaram de ficar de refém.

Admiro com tornou inimiga daquele que chamava de bem.
Também logo que eu descobri tratei-as com muito desdém.
Será que vós na velhice estáveis afoitas por neném.
Espero Deus me proteger, pois, confio no amém.

Pode continuar na mentira chamando dezenas de bem.
Enquanto teus filhos e netos é hóspede na febem.
Dizem que onde a cabra pula cabritinhos pula também.
Continue com dúbios pensamentos chamando primatas de bem.

Continue ficar bem despida sentado em ninho de quem ,quem.
Ter óculos pra chorar lembrando quando existia alguém.
Que te fez tanto feliz num ambiente que nada tem.
É um desespero das infelicidades por chamar outros de bem.

Composta em 12 de novembro de 2006 – às 14h39

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