Elite brasileira Mama (Guarânia)

Toda vida os matutos todos caçavam.
Hoje até índio se caçar é crime.
A fauna está em tempo de refrigério.
Graças que autoridade mudou o regime.

Prossegue agora caça acelerada.
Dos políticos corruptos humoristas.
Para quem o povo deu seu voto confiante.
E nas pilhérias todos abaixam a crista.

Brotou uma doença incurável pegajosa.
Ataca ministros prefeitos e deputados.
Entram e saem que nem porta de mictório.
Sem cadeias na publicidade nem ficam corados.

Nas próximas eleições entram de sola.
Eleitores se esquecem voltam reforçados.
O furúnculo vaza escorre bactéria.
Correm séculos e nos bis incautos é logrados.

Despesas correm mais cincão vai a bolsos alheio.
Brasil torna micro, e eles viajam sossegados.
É um AIDS um câncer ou diabete moderna.
Erosão de notas de cem ludibria advogados.

Que os sinceros quebrem a casca do coco baía.
Os miolos protegidos fortalecem a bandeira.
Brasil com o fígado dos ratos corpanzil.
É só pena de morte expurga essa raça brasileira.

Dinheiro grande ò que papel querido.
Maquiavélicos têm caricia idolatrados.
Esquecem de quem está lá em cima
E dá um fim trágico nesses malvados.

A bíblia fala de Acã e de Geazi.
E mostra seu fim e resultados.
Depois que sua vaca for ao brejo.
Não pode chorar o leite derramado.

Composta em 15/9/2011

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