Florão da América (Guarânia)

Aperta e segura as calças em comunhão plena ou esparsas.
Vemos obras micro sem terminar e se desculpar.
Num solo rico disposto brasileiro evaporou nosso dinheiro.
É  buracos e buracos nas estradas sem tampar.
Com milhões de veículos placados imposto pago adiantado.
Cadê o dinheiro de maré moto que rola dos I.P.V;Á.
Em toda enorme suja política Imenso números de críticas.
Dos mensalão e marajás nos tribunal enfrentar.
Lembre que Deus presenteou com potente aparelho
Minoria que não fica no vermelho serve só para cagar

Chegando eleição com empreendimentos.
Pra que os partidos fiquem no fomento.
Panfletos rolam vê eleitores elogiar.
Caminhões com altos decibéis.
T V rádios imprensa nota dez.
Que tenha saco pra agüentar.
Depois enroscam os pés nos freios.
Sem recursos e sem meios.
Deixam os leitores tristes esperar
I,C.M é pago por todo cidadão.
I.N.S.S passam muita privação.
Imposto só falta pra mijár

Terra de enorme extensão superlota de ladrão sem coração
Sem terremotos inundação florão da América pra se orgulhar
Fome zero acaba com todas as pobrezas e sem pão nas suas mesas
Parece a Paupérrima África imitar parou pra pensar
Com esses bandos de vírus sangues sugam nosso patrimônio enxugar
Num peito seco exausto querem mamar vê o povão desanimar
Lembrem duma hora amarga surgiu Getulio Vargas
Pouco era nossa carga muitos podem se lembrar

Composta em 12 de novembro de 2006 – às 11h52

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