Lar Expurgado (guarânia)

 

O peralvilho do alarife dócil. Que construiu o meu sobrado.
E sem haver nenhum terremoto. Prédio rachou foi desmoronado.
Ele foi o único assassino.  Deixando eu pobre esfarrapado.

Meu sobrado que era acessível. Eu tinha paz por todos os lados.
Alarife até que atou deixou triste. Fiquei sozinho todo quebrado.
Era rico igual o rei Salomão. Era de ouro todo adornado e amado.

Quem dizia que me amava. Rompeu e fugiu com o Conrado.
Vivo sem rumo em tempestade. Com frio e sinto derrotado.
Mais o meu coração que era singelo. Sem cura está o coitado.

Malandro alarife traiçoeiro. É sem amor é frágil e racionado.
A capivara muito bela e rica. Pelo pedrês eu fui logrado.
Sofro Recordo com saudade dela. Meu lar foi expurgado.

Composta em 13/12/2006

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