Adélio Carlini Guarânia Nada me esquenta (Guarânia)

Nada me esquenta (Guarânia)

Não mato nem pernilongo. Ao vim alimentar do meu sangue.
Vou alem da paciência do Huk, Nada esquenta que eu me zangue.
Detesto o tipo de covardia. Que organizam em gangue.
Sou criado entre as sequóias. Isolo as vegetações de mangue.

Mas fui acusado sem testemunhas. Por uma doente retardada.
Dizendo que eu atacava com brigas. Por despeito duma emboscada.
Quase que me enrola na autoridade. Se minha seiva não fosse pesquisada.
Todos conhecem o rótulo do conteúdo. Porque eu irradio paz tudo me agrada.
Não mato nem pernilongo. Não mato bicho nos bares.
Não mato a fome de vagabundo. E de quem tem falsos olhares.
Não mato as traidoras. Não falta quem sabe matar.
Dou lógica de amor sincero. Que o mundo não sabe encontrar.
Fiquem vocês com suas falsidade Até o mundo dar o disciplinar.

Composta em 16 de setembro de 2007 – às 12h54

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