Realidade (Guarânia)

Muitos inventam sua história de amor mais a minha é realidade
Uma mulher que radiava amor atapetado de felicidade.
Mas este ano mudou no contraste com outro mudou desta cidade.
Deliciou em deixar-me sozinho e esta múmia inerte morre de saudade.

Era-mos isento de discussão porque eu resolvia tudo com afabilidade.
Estava cansada de ser feliz resolveu nutrir coração de crueldade.
Hoje eu choro de recordação no imprevisto de disparidade.
Meu amor imutável faliu dos teus carinhos só ficou a saudade.

Ela com seu novo amor me despreza e conselho não consente.
Embora descaída pálida irreversível apreciou ficar doente.
Seu amor interesseiro pos o dinheiro à frente.
Amor que eu dava e carinho você não achava em todo continente.

Entrou em barco errado naufragando com um delinqüente.
Recorda as noites passadas em claro saboreando meus beijos quentes.
Na solidão e sufoco seus amores não está presente.
Deixando ela na escravidão prisão segura em fortes correntes.

Composta em 02 de setembro de 2006 – às 17h35

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