Mel aos Amores (Marcha)

Sou cauteloso ao lidar com o mundo mais  inocente igual reação de pombo.
Mais sou igual um leão bem folgado igual furacão produzindo rombo.
Maior que Huk ou o king kong da atitude deles vitorioso zombo.
Á toa ninguém vê eu zangado na serenidade espere e vejam o tombo.

Sou mais que um raio ou maremoto sou devasso e vejam os escombros.
Sou mais potente que bomba de hidrogênio silencioso ninguém veras estrondo.
População veras como provoco estrago saio ileso carregando mundo nos ombros.
Mais provoco câncer maligno sarna incurável e provoco aides furúnculos e calombo.

Mísseis do inimigo não atingirão podem contratar macumbeiros do Congo.
Perde seu tempo em me perseguir podem vim os Zulus lá do quilombo.
Minhas rajadas tiro a terra do eixo construindo cratera sem qualquer ribombo.
Não sou almirante conquistador não Cabral, Américo ou Colombo.
Nem sou dragão invencível imito o Sansão ou Josué, Jesus que deu assombro.
Provoco terremoto com proteção divina sem limite é o meu ribombo.
Quero estar junto dos perspicazes ser bem instruído pra não ser mondongo.
Não sou de capoeira o de rasteira não me afeta os seus pitombos.

Nos amores dou ferroada igual mamangava de qualidade bombo.
Até debaixo de cobertor ferrôo igual percevejo e pernilongo.
Nem com seus preparativos sou elixir de amores só avanço não alongo.
Sou mel e panacéia pra quem me ama sou vagaroso positivo sem esconder em biongo.

Composta em 5 de janeiro de 2006 – às 11h43

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