Diamante lapidado (Moda de Viola)

Hoje vi o arrebol à estrela Dalva na frente.

Logo o sol veio apontando clareando tudo pra gente.

Lembrei do meu amor suspirei profundamente.

Abasteci meu carro no posto do seu Clemente.

De encontro ao raio do sol vejo você na minha frente.

Tão meiga e carinhosa toda hora sorridente.

Meu anseio é te encontrar e beijar-te loucamente.

Nosso elo de amor deixando nós impertinente.

Minhas declarações de amor vai ser eloquentemente.

Ao ver a tua blusinha e a saia transparente.

Teu corpo foi desenhado por um ser inteligente.

Vou delongar no amor cafuné no permanente.

Abraços mudam a idéia falando honestamente.

Igual casal de passarinho em tudo é inocente.

Nossa vida é sadia jamais ficamos doentes.

Nosso amor sem limite nós temos bênçãos de presente.

Encosto o carro na garagem procuro em todo ambiente.

Informo com o guarda costa que ali está presente.

Eu encontro solitária distante dos seus parentes.

Chorando esperando por mim te surpreendo derrepente.

Você pula nos meus braços como imã atraente.

Teu excesso de amor não há oposto que agüente.

Com trinta dias de repouso até o pastor fica descrente.

Até doutor sai da ética despachando seus clientes.

Com atitude fugaz tartarugas andam urgente.

Até lesma sem asa sem combustível vai à frente.

Eu também não sou isolado bebo água da nascente.

Igual diamante lapidado no dedo do presidente.

Nos assuntos de amor entendemos sou prudente.

Em dar afeto e carinho sou muito competente.

Não sou homem perfeito se ela ficar ausente.

Fique só perto de mim não deixe ficar carente.

Composta em 10/10/2006

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