Ginástica de Espinho (Moda de Viola)

Teus passos macios vêm me aproximar, sinto arrepio por você me beijar.
Rostos sedosos colado aos pensamentos meus maldosos pedindo perdão a Deus.
Teu corpo aquecido tanto me estimula, minha pressão arterial teu afeto regula.
Teus olhos revelam seu amor colossal, coração fortalece não cancela paixão do casal.

Lábios vêm declarando seu amor perpétuo, jamais comparado de mim isento de veto.    Cinto apertado corpo de boneca, de tanto fazer cafuné to liso careca.
Tua roupa interior deixa atrevida, a mão sem vergonha em terreno escondida.
Você topando a parada deixa acontecer, isso me agrada quero obedecer.

Teus micros pezinhos suspensos nos ares, ginástica de espinho teu melhor caviar.
Com gemido sem dor tenta mudar o programa, concretiza o amor e ruído na cama.
Igual caninana espantada requebra alerta, domina o cansaço e dorme descoberta.
Olho teu rosto você soluça em pesadelo, ela dormindo saciada de gosto eu preso no seu zelo.

Gosto dos seus nevôo cabelos olhos azuis e boca, rosto bem desenhado também desta vida.    
Vida louca. Dos teus sorrisos e pele macia, de tudo que eu não tenho é de sua companhia.
Gosto de sua lingerie fininha da sua audaciosa mão, do teu corpo de menina e de ver.
Bater o coração. Sofrimento me apodera estando em solidão.
Você estando ausente sou um apodrecido dentro da prisão.

Composto em 31 de julho de 2006 – às 17h17

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