Substituto do amor (Moda de Viola)

Tenho notado grande diferença todos podem notar.
Homens investem tempo para encrenca compra a prazo longo pra pagar.
Aumenta euforia por pílulas de concepção ricas querem fazer economia.
Aparece persuasão mais aumenta terror da cirurgia.
Câncer aumenta na ganância existente cigarro coopera na agonia.
Drogas avançam infantis sem solução e a viagra tira urutu da ródia.
Desobediência aos pais e autoridade, forma doutor dislexia.
Aumenta a febem e penitenciário fim do sossego capital e periferia.

Sem pai e mãe babá e creche substituem, é órfão solto os pais eles odeiam.
Deus é esquecido eles ficam animalescos sem bússola desnorteia.
Buscam amor fora do esquadro parece garimpeiro sem bateia.
Dinheiro parece comprar tudo mais a felicidade não capeia.
Há choro latente e frustração quando os amigos rodeiam.
Igual um musico sem instrumento sem semibreve ou colcheia.
Ricos enxuguem lagrimas num lençol porque seu lenço só encharqueia.
Não queira tapar o sol com a peneira, não esconde nem da lua cheia.

Fanfarrões querem um filho só por luxo, o status empurrar na faculdade.
Muitos formam doutor traficante, resultado ir parar atrás das grades.
Deteriora a elite já cansada em manicômio vê filhos na realidade.
Só fica a casca igual abóbora podre, depressão abrasa a sociedade.
O tempo passa em vasta solidão coração sofre caustica disparidade.
Castigando sua maquina potente, morte chega a feroz atrocidade.
Você que tinha mesa de fartura, câncer tira sua regalidade.
Teus cachorrinhos substituem os filhos sobrando luxo na maternidade.

A ciência faz a cirurgia, mas distante está eficácia de solução.
Tem segredo distante da medicina, no ramo não nasce eficiente cirurgião.
Segredo está com o Todo Poderoso, nada adianta seus milhão de milhão.
Fracassa no hospital bem zelado, mais não escapa da extrema unção.
Esqueceram de quem fazia teus olhos piscar, faz bater seu potente coração.
Passos e dedos foram traiçoeiros a mente fracassa com exalação.
Morre triste sem esperança, o fim é morar num bonito caixão.
Some lembrança de maquiavélico não sobrará nem cinza nem carvão.

Composta em 30/8/ 2006 Hora 16;30

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