Inventadeira de Moda (Pagode)

Cônjuge tem apetite no início carinho em toda a ocasião.
Ela doente você tem de ser de tudo ele doente tem de ser garanhão.
Ela desculpa ao virar a cabeça reclamando de depressão
Mas na hora que ele vai trabalhar é prato cheio pra lograr o bobão.

Deixando ela as vontades em poucos dias já roda.
Olhos vão ficando ligeiros já começar inventar moda.
Se não fizer amor aos minutos no ambiente ele incomoda.
Ela começa ir aos lazeres e suas asas logo já poda

Ele começa dormir de botina lá vem pó de tatu ou soda.
Dinheiro grande no pedaço de grande valor é a foda.
Despreza os tempos de casada pros escanteios vão as bodas.
Qualquer fanfarrão que aponta ela faz de tudo e engoda.

Igual violão deve ser dedilhado cordas enferrujam  sem ação.
Na parede violão pendurado irrita o bojo primas e bordão.
Deixar mulher erguer os olhos da à luz a ingratidão.
Se ele não tiver cautela sem entender o ramo da paixão.

Ela nota com veemência vou encontrar com o Juca Dito Sebastião.
Amanhã é o Serafim e o Crescêncio é útil sua refeição.
Quer cumprir todos os tratos quem chega de caminhão
Quer completar o seu rodízio logrando o patife bobo songo do João

Composta em 13 de novembro de 2006 – às 12h01

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