Avareza (Rasqueado)

Já observaram minha morada em praças e rodoviárias.
São poucos que perguntaram por que eu levo estou vida precária.
É o fracasso que eu levei no amor que era a confiança do meu coração.
Pensei que era um a grande amor, mas, seu pensamento era só traição..

Apareceu um da terceira idade torto, andando torto de lado com bastão.
Endinheirado e pau da água chegando em casa igual furacão.
Mas é desses que ela queria vivendo roxa de contusão.
O drogado quer sua beleza, mas, ausente da sua precisão.

Ela chora lembra o que tinha ricaço zero em ilusão.
Status de ricaço, mas, miséria deixa ela em alucinação.
Pobretão que sou, mas, bem rico dava amor em qualquer estação.
Dinheiro não compra mulher bonita logo veraz seco num caixão. 

Nas praças públicas fico delirando, ao ver ela sofrer.
O pagamento suma ingratidão, avareza por querer bom viver.
Hoje ela vê aonde está á riqueza, quem faz o mundo enriquecer.
Boa feminina, bom masculino armazém de amor pra dá e vender.

Composta em 04 de novembro de 2006 – às 12h36

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