Romançe de Amargura (Valsa ou Tango)

Você pensa que sou feliz por comentar seus novos amores.
Você pensa que sou feliz com seu coração com muitos dividido.
Meu coração em contraste também não fica inerte.
Padece explode pelo desprezo concebido.
Ando ao léu em estrada curva isento de solução.
Neste beco de precipício pedregoso sem retornar.
Sofrendo angustia duma vida alucinada.
Minha ansiedade é ser feliz em nosso lar.

Meu romance relato sem vacilação.
É romance de amargura constrangedor.
A cada capitulo de lagrimas derramada.
Nosso infausto encontro que a negra sorte relatou.
Sou fracassado vendo você em outros braços.
Repentino furacão me arrasou e flagelou.
Troca de amor cada dia se exibe.
Igual um grão de areia que na praia encostou.

Triste sorte aguarda no futuro.
Velhice apressa sem aperceber.
Reunirá seus velhos amores com pilhéria.
Envergonhada vendo divertir o seu padecer.
Descaída desprezada na triste miséria.
Sem ter alguém que possa defender.
Imperriando defesa do sangue nas artérias.
Morte chega vê também seus atrativos perecer.

Composta em14/10/2006 Hora 15;02

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