Beije a minha Foto (Vanerão, Valsa)

Feche as portas com chaves seu quarto Pra beijar a foto que tem guardado.
Aperte ela nos peitos e chore sem conter lembre os tempos felizes do passado.
Recorde quem te construiu ensinando o modo de amar hoje teu barco é naufragado.
Quem te amava no cotidiano hoje seu amante é sem amor abnegado.

Criatura não vive só de abraços e beijos é algo mais que concentra no amor.
Além de objetos que tem minha fisionomia que consola todo seu dissabor.
Benéficos que fiz tu e hoje sem encontrar quem te faça feliz.
Eu não cansava de atapetar na sociedade dando status para falsa meretriz.

Acabrunhada de sono e pesadelo acorda no vácuo de vida cansada.
É mariposa que troca o dia pela noite solteira, mas, vida pratica de casada.
Quem vive ao seu lado não supre de amor filhos e parentes notam sua depressão.
Querem internar com sinceridade mais o pivô é  a nossa união.

Aprendi o segredo duma vida estimulante um furúnculo a menos pra me atormentar.
Fique com seus amores curta a devassidão vida social e fama faz eu brilhar.
Se eu quiser ter mais amores volúveis cada cidade flui e posso selecionar.
Mais preferindo ter vida e fã que me dá valor vou conseguindo da infecção libertar.

Composta em 01 de novembro de 2006 – às 14h55

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