Borboleta de Flor em Flor (Valsa)

Queria ter um amor latente em sinceridade e permanente.
Mais pode procurar jamais vai achar quem aprendeu o jeito certo de amar.
É poluído só de amor interesseiro ganância logro no poder de dinheiro.
Desde a primeira mulher foi falsidade e os frutos ainda colhe a humanidade.

Amor, amor, amor nisso é que eu suspiro profundo vejam que está isento do mundo.
Amor derrete e no fim com separação amor analfabeto esmigalha o coração.
Amor que transforma em ódio violento sem exibir de modo portento.
Vivendo igual borboleta de flor em flor nasce cresce morre sem amor.

Amor verdadeiro que procuro e viverei só pro amor que juro.
É em vão desde Adão, borboletas adornadas é sem coração.
Ganhamos dinheiro, mas, amor é passageiro é ódio é só furo.
Falsidade impera, nesta terra é só guerra desilusão.

Composta em 2 de outubro de 2006 – às 10h06

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