Cerca de Espinho (Valsa)

Em meu recinto num compartimento que você mais apreciava.
Em meu quarto o seu amor fluía tudo ali testemunhava.
Noites geladas e nós em suor em carícias ó quanto você me beijava.
Hoje eu choro porque não repete ausente e fria logo me distancia

É zero minha investigação desesperada para descobrir se há outro te amar
Uma saudade que vai me corroendo jamais tem outra em seu lugar.
Também é zero minha imploração angustiada vejo o mudo desabar.
Você foi a maior riqueza que eu tive volte querida que eu estou a te esperar

Lembre o passado quando eu supria afastou não de carência de carinho
Sem você para amar sou navio sem bússola acabou o meu caminho
Isolado num desespero infernal exposto mais vivendo tão sozinho
Venha mesmo reduzido de amor libertando-me desta cerca de espinho

Composta em 05 de novembro de 2006 – às 9h31

Subscribe
Notify of
guest

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.

0 Comentários
Inline Feedbacks
View all comments