Delírio Depressivo (Valsa)

Sol lua estrelas são testemunhas de quanto te amei.
Eu relato em verdade as tantas vezes que te beijei.
Por tuas escorregadas, em silêncio por ti ó quanto chorei.
Arapuca fechou-me, com migalhas na falsidade que conquistei.

Nos bastidores você refletia novo amor na sua vida.
Clamava de cansada doente com atitude atrevida.
Acreditei dei assistência tudo que por você foi exigida.
Foi urutu traiçoeira ofendeu-me deixou minha alma abatida.

Desiludido hoje eu vivo saber a que ponto chega os falsos amores.
Desgastei em quem amava, mas só intensificou minha dor.
Sozinho está em delírio depressivo recordo a força dum amor traidor.
Vivo ao léu na consigo amar mais alguém em fobia e dissabor.

Adeus meus tempos adeus meu anjo adeus meu amor de coração.
O riacho que saciava sua sede secou com estiagem em prisão.
Adeus a alguém que dizia que me amava, mas num curso superior de traição.
Coração dúbio deixe-me sossegado evaporou toda minha ilusão.

Composta em 30 de outubro de 2006 – às 9h47

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