Desnudando a Solidão (Valsa)

Hoje vi a lua apontando com seu manto acompanhado.
Era uma nuvem escura na serra estava enroscado.
Fez lembrar do nosso amor que você deu por terminado.
Na alma desprezada do poeta versos saem condoídos rimado.
Com esta canção condolente do coração esmigalhado.

Fui buscar esta toada nas seis cordas do meu violão.
Minha voz vertendo no peito familiarizando com o coração
Ambos unidos ponhamos tudo para fora (desnudando a solidão)
Quem amou despediu indo embora finalizando  minha ilusão.

Vai apertando a madrugada mais eu lembro de você.
Cinto forte que aperta a saudade intuição que jamais vai me querer.
Caprichando em sua ingratidão mais a todo custo não consigo esquecer.
Afeto dum amor puro e honesto sem você poder compreender.

Olai morena, olai morena lari,lalai mesmo assim insisto vencer.
Pois meu coração é um supermercado que tudo de bom tem para vender.
Este romance dum rosicler  colorido você enjeita deixando eu sofrer.
Um poeta que não desiste a toa desta guerra de amor disposto a morrer.

Composta em 16 de agosto de  2006 – às 11h43

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