Escrava (Valsa)

Naquele bar da esquina a linda mulher observava.
Observando eu sugando um copo de cerveja ela arrasada chorava.
Junto dela parecia feliz nos bastidor me enganava.
Jurando de amor e felicidade inocente eu acreditava.

Até que foi só distanciando o frágil amor que eu desfrutava.
Hoje desprezada vive em lastima saudade matando a vida que gozava.
Chorando desconsolada e recorda na riqueza em que estava.
Hoje vive contando os centavos é lucro do bar que vive de escrava.

Embriagada está sem retorno não perdoarei essa mamangava.
Vivo a beber ela também bebe em oculto sempre me odiava.
Deteriorando lembra de tudo excesso de amor que desfrutava.
Era rica não sabia de nada e hoje vê sua vida esbagaçada.

Composta em 25 de outubro de 2006 – às 18h00

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