Liberdade (Valsa)

Quer ver como adivinho como tu sofres.
Depois que eu fui embora sem dizer adeus.
Tu olhando a minha foto chora em segredo.
Como fez na cozinha quando amanheceu.
Porém não volto ser como era antes.
Porque até a minha viola a solidão entendeu.
Dela não divorcio ensina eu a viver.
Dando vigor depois que tudo aconteceu.

Passarinhos vêm e cantam ao meu redor alegres.
Lua na claridade provoca inspiração.
Coração que andava em retrocesso.
Hoje dá vigor ensina nova canção.
Você decai na vida angustiada.
Arrependida é tarde e sem solução.
Eu igual pássaro que estava condenado.
Hoje na liberdade com o mundo na mão.

Objetos que estava guardado como relíquia.
Imitam o sabiá em dar-me sincero amor.
É um espelho para recordar minha ação.
Quem lhe dava encalço na alegria e na dor
Acabaram os braços fortes que me apoiava
Quem construiu sendo seu professor
Versos aprofundam no cérebro e coração
Lamenta o presente e um futuro constrangedor

Composta em 4 de novembro de 2006 – às 8h34

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