Maléfica do amor (Valsa)

Tu foste aquela que me-declarou tanto amor.
Logo após deu-me grande dor irreversível vivo a chorar.
Teu coração transformou em mortífero veneno.
Por isso hoje levo a vida bebendo infiltrado em bar.

Minha alcunha de homem ocupado na comunidade.
O mais afamado da cidade de empresário passei ser peregrino.
Vive satisfeita com a traição o ricaço viro pobre.
Não há migalha que sobre de amor pra mudar meu destino.

Sua língua e ação denotam é só falsidade maléfica no amor.
Acusa-me de frágil doutor aquele que supria você em desespero.
Quis ver mudança igual borboletas de flor em flor.
Multiplica minha dor ver procurar abastado de dinheiro.

Esquece o passado dum amor puro que era saciado.
Prepara amor de pecado mata de amor e da sociedade.
Por tua causa dos meus falsos amigos sou rejeitado.
Inútil inocente envergonhado sem felicidade.

Destruído de amor em lástima balbucio na rua
Vendo as pilhérias que flutua amigos em caçoada
Minha história detecta sem saber o assunto
Considero eu catinga de defunto mais morrendo de amor pela malvada

Composta em 11 de novembro de 2006 – às 21h39  

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