O sol germina os gêmeos (Valsa)

O sinal no sol e na lua também angustia na terra.
Havia rugido do mar humanidade grita e berra.
Todos querem fazer direito mais poucos acerta só erra.
Pois os planos diabólicos em todas as partes imperam.
Ganância de querer ser o maior produz ciúme e guerra.
Através da tecnologia humanidade só ferra.
Aonde os bons e maus sofrem a geração se encerra.
Procurem fazer a paz com Deus enquanto não sobe a serra.

O sinal no céu é diferentes demônios tem suas ciladas.
Onde haver pastores maquiavélicos traça vence as paradas.
Terroristas explode avião os viventes não da risada.
Todos colhem os seus frutos e a semente é selecionada.
Podem esconder nas cavernas ou embaixo do chão sai algemada.
Mesmo assim os espíritos imundos arriscam fazer jogada.
Vida de inocente é destruída humanidade castigada.

Se o sol e lua estiverem em guerra os povos sentiria a dor.
Porque mudou toda a cena nos versos deste escritor.
Não incluem nas minhas modas canções que traz maior valor.
Onde a lua hospedava o anfitrião tinha labor.
Os versos tinham mais sentido a lua fornecia mais valor.
O sol brilhava a memória a voz tinha mais candor.
O sol germinando os gêmeos existia ilustres compositores.
Zé Fortuna e Tedy Vieira gozaram desse esplendor.

Hoje o sol não aquece os artistas. A lua é fria tenebrosa.
Escondendo as modas de viola nesta era desastrosa.
As moças todas soluçavam por escutarem toadas manhosas
Nas noites serenas e claras a lua vinha garbosa
Na inspiração dos versos quando os cantores se entrosam.
Hoje o sol se despediu triste madrugadas sem sereno é cautelosa.
Não dá a eles inspiração, tornando uma era tuberculosa.
Não merecendo mais confiança da sua mãe tão carinhosa.

Composta em 13 de outubro de 2006 – às 22h06

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