Solitário (Valsa)

 

Vejo suas roupas sujas empacotada. do dia da nossa lua de mel
Em cima da penteadeira teu colar e o anel
Meu lamento é sem limite felicidade como tufão passou
Quinze dias nos amamos faz oito que me abandonou

No fim do mês passado casemos num grande amor
Neste mês já estou sozinho sem medida é minha dor.
Roupas sujas empacotadas ambientes são constrangedor
Sem esperança de regresso perfumes da minha flor

Bebendo vivo embriagado choro sem haver solução
Desse amor estou frustrado meus esforços foi em vão
Sumiu sua meiga reciprocidade rodopiou como tufão
Nos escombros que restaram só meu frágil coração .

Nem bebendo e delirando não resume meu sofrer
Vou de finando louco na espera mais uma carta vou escrever.
Num sufoco solitário apresso o dia de morrer
Sem teus carinhos sem teu amor sem capacidade pra viver

Composta em 20/10/2006

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.