Bangalô gelado (Valseado)

Construí para mim e para minha bela um bangalô na estética.
Mais me expulsou na esparrela em progressão geométrica.
Com banho duplo em gamela observando sua ética.
Fechou as portas com tramela se engodou ficou frenética.
Chorando no desalinho sem rumo poder seguir.

Procurando um novo ninho como hei de construir
Firmei o pé em novo caminho o passado sem esquecer.
Status altruísta ela no espinho com o pior para acontecer.
Mais o bangalô foi gelando sem a minha presença.
Solidão nela apoderou Cumprindo sua sentença.

Para aquecer veio a mim chorando curei a convalescença.
Bangalô foi enferrujando Deixei ela numa prensa.
Riqueza deixou desvanecida herdou desilusão.
Pensou ter riqueza na vida fogueou seu coração.
Felicidade reina sem medida e só deixei na ebulição.
Tempo passou igual corisco voltei aos braços da conceição.

Composta em 25/9/2011 – às 09h15

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