Vale mais a Liberdade (Valseado)

Comprei passagem tendo objetivo. Porque ia viajar para o nordeste,

Foi um ato de vingança muito nutritiva. Queria ver livre de uma cabra peste,

Encontrei nos braços de um inimigo. O mais conhecido de todos os cafajestes.

Matei os dois pra eu ficar em liberdade. Quis dar um bom golpe de mestre.

Meu ato justo de vingança. Mais ninguém aprovou o meu teste.

Dizem que foi ato de barbarismo. Condenam por eu ter vida campestre.

Fui criado com brio de honestidade. Isso ainda vigora em vida silvestre.

Destruí a mulher que mais amava. Encurtando o gosto do maligno  Orestes.

Meus planos em limpar a minha honra. Sem deixar escória que sempre infeste.

Aprendi ser cumpridor de dever. Homem honrando as calças que veste.

O mundo esculacha com o meu ato. Não vou importar que a imprensa conteste.

Agradeço o meu Deus Todo Poderoso. Sou masculino na vida que me deste.

Homem é igual um leão folgado. Que se cuide bem quando investe.

Mais hoje vejo o sol nascer quadrado. Sem lucro algum imitar faroeste.

Por ter uma desilusão de amor. Viver sozinho estava  triste e cansado.

 Hoje descanso entre os prisioneiros. .Milhares indesejávens me deixam alucinado.

Quem eu matei sossega nos infernos. Mais sou eu quem paga todo pecado.

A vida tornando abaixo de zero. Sou eu que morri sendo o mais errado.

Composta em 19/7/3013

 

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