Amor de veterano (Vanerão)

Num mar agitado sofre o marinheiro, num barco sem rumo sem timoneiro.
Canarinho canta mesmo prisioneiro, por ser amoroso fica em desespero.
Eu também canto por entre as grades por ver meu amor noutra cidade..
Mas meu choro é latente. Deste nó de saudade, fazem pilhéria da dor que invade.

Aqui vivo distante mas com bom pensamento,amor secundário jamais eu enfrento.
Vivo em monotonia observe meu lamento, num amor de veterano é só eu que agüento.
Uirapuru canta na mata longe de quem ama eu sem rumo canto. o coração inflama.
Porque num dos quadrantes sei que o meu amor engana mais vai descobrir que sou o rei da cana.

Ele sem  bússola vive triste a cantar ,nas matas escuras sem uso de radar.
Estou eu nas grades do amor pelos olhos da Guiomar no tribunal do amor ela é juíza pra julgar.
Eu canto todos apreciam versos de sucesso, rei do açúcar  e cantor  sem ter ela em regresso.
Com amor aprisionado ‘tristeza eu confesso sem ela ao meu lado, estrofe sentida confesso.

Tenho cem mil alqueires de cana rei do açúcar e rei do álcool.
Ela juíza empresária tem fabrica s e minas de talco
Juntamos nosso amor com nova rota de novo marco
Quero cantar feliz sem, mais haver naufrágio do barco.

Quero ela nos meus braços afagando meus gemidos
O vapor de nossos corpos dum potencial de marido.
Porque é em vice versa que o amor tem sentido
O barco naufragado é ancorado no porto dum amor merecido

Composta em 01 de dezembro de 2006

Subscribe
Notify of
guest

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.

0 Comentários
Inline Feedbacks
View all comments