Doença Incurável tem Solução

Época apurado na incerteza. Fui desprezado foi uma surpresa. Em dor horrível que me atormenta. Senti  um golpe rodei de verdade. Minha linda felicidade. Reserva de sobra doença violenta. Cada dia longo que passa. Acelera um terror de desgraça. Usei a capricho as ferramentas. Ela mudou para Petrópolis. Deixou carta num envelope. Sua crueldade ele comenta.

 

No abandono não procurou saber. Como eu vivo a sem ela e sofrer. Olho vermelho igual uma pimenta. Coração comprimido e bate forte. Aguardando a ânsia da morte. Na fragilidade que já ostenta. Minha doença só ela que cura. Meu coração é ela que costura. Meu pensamento só nela concentra. O mundo torna pequeno igual um carrapato. Porque todos seus status. Num pendraive tudo apresenta.

 

Derrotado que estou na pelanca. Coração fraco tudo estanca. Toda história encerra na Benta. O garanhão que aí ele ataca. Abandone essa infame craca. Teu íntimo sabe quem te alimenta.  Polentas daí são frágeis geleias. Estou com a senha de sua boleia.  Teu regresso torna a vida opulenta. Não rejeite seu jardim de rosas não seja frágil criminosa. Teu amor antigo constante sustenta.

Joelhar na frente de meu esquife. Não faleceu por ser um patife. Foi doença incurável que movimenta. Carra faça todo o possível. Enquanto me acha certo no nível. Me livre do sufoco que a alma enfrenta. No esconderijo que vivia o Bernardo. Perdoo com todo respaldo. Crueldade traidora que fundamenta. Mesmo que tenha chifre perdoo de fato. Cabeça igual escova de sapato. E se ficar na ausência tudo arrebenta,

 

Composta em 7/4/2016

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