Morcego Sugador (Vanerão )

 

Disse o poeta que o amor é uma flor roxa que nasce no coração do trouxa. 
Vem de mansinho fazendo zig zag, em nosso caminho, vira vida chocha.
Vida fica mocha mais a minha marca registrada está embaixo da coxa.
Sem me importar que se flor de maracujá seja azul ou roxa, falem-se trouxa.

Gavião ataca pedestre, é uma peste é praga do garanhão.
Levam malas de sucessos na cabeça e no rosto mais também devoram carne e ossos.
Mas os garanhões procuram bainhas de facão pra usar em suas profissão.
Nesse ramo até eu sou simuliídeos nos tempos de verão pra mim é bom.

Venha e diga que gosta de mim, eliminará de sofrer tanto assim.
Teu padecer ponho um fim meu amor de garanhão, prazer no gergelim.
Sou gavião sou chupança de chagas entro no seu coração dou animação.
Em troca de amor sou morcego sugador gamado em modelo de manequim.

Fale-se que sou morcego sugador mais sou prático em amor em meus amores.
Troco o dia pela noite não descuido dos açoites ponha-me no prato prove o sabor.
Fale-se que sou garanhão o meu patrão libertou-me e sou dono do seu coração.
Sou doença de chagas o aguilhão afaga com todos os meios no seio do gavião.

Composta em 2006 Hora 9;48

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