Trem de Bragança (Vanerão)

Balança que balança e não é uma criança, balança que balança embaixo da pança.
Sobe e desce embravece esquece e acontece sobe e desce faz tudo que merece.
Sobe e desce embravece esquece acontece, sem desconfiar que o fulano ingresse.

Sobe no miolo cachaça dá consolo, sobe e desce e não é monjolo.
Sobe e desce a custa de rebolo sobe e desce alegrando o crioulo.
Sobe e desce depois do rolo toda a geléia condensa forma bolo.

Sobe e balança o trem de Bragança o leitão entra no mangueirão .
Abrindo o portão é com permissão euforia avança faz festança.
É através dum beijo, intensifica desejo duma nova criança.

Sobe o dólar sobe o mar há baixa na guerra baixa o real.
Sobe no elevador sobe o condor no coqueiro sobe o capiau.
Sobe sua bravura desce a captura com baixa no hospital

Sobe o que o gatão deseja e festeja pode baixar seu rival.
Sobe as saias na gandaia, atitude do canalha,abaixa entrando no pau.
Sobe os santos para o céu, na destruição abaixa o réu fica entregue para o sal.

Composta em 06 de outubro de 2006 – às 08h24

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