Valor da Liberdade(vanerão)

Comprei passagem tendo, um objetivo.

Porque ir viajar a capricho, para o nordeste.

Foi um ato de vingança, que achei nutritiva.

Queria viver livre de uma, maligna peste.

Encontrei nos braços, do meu inimigo.

O mais conhecido, de todos os cafajestes.

Matei os dois, pra eu ficar na liberdade.

Quis dar um bom ato, de golpe de mestre.

Por eu ter uma desilusão, de amor fingido.

Viver sozinho estava muito, cansado.

Hoje eu vivo em meios, de prisioneiros.

Milhares indesejáveis, deixa alucinado.

Quem eu matei estão, sossegado nos infernos.

Mais sou eu quem pago caro, tudo o pecado.

A vida virou muito, abaixo de zero.

Eu é que morri, por fazer tudo errado.

Depois de o crime ter, feito limpeza.

Não compensa é o fim, de um cidadão.

Nada mais que liberdade, e sem crime.

Amor contrariado, viva em sua ilusão.

Preso precisa em tudo, do Todo Poderoso.

Dono do seu fôlego, seus passos e ração.

Dono da chuva sol do sono, e de toda paz.

O qual com você jamais tiveram cooperação.

Foi feito a imagem, de um Deus perfeito.

E viver numa riqueza de graça, sem comparação.

Preferindo ser paupérrimo, olhando o xadrez.

A vida afasta repentina, em deterioração.

Mundo mude seu modo de pensar, o negativo.

Amizade total faz você ser rei, vivendo em ação.

Não passe o mesmo do qual, eu a todos o relato.

Pobreza e morte atingem quem imita o lampião.

Composta em 14/10/2012

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