Complexidade de Amor (poema) (guarânea)

Complexidade de Amor (poema) (guarânea)

Criado em fertilizante sinto bem na gargajola em Garibaldi sem fio não perco o trilho.
Sou Golias ou Sansão e juntei potente garrana sem cantar bonito e brotou o garrotilho.
Minha alegria sem atividade aberta e na fartura  para os galanteios  fica cega e surda.  Sem perder a rota escutando me domina imita uma artista seus gazeios na gaturda.

Sem vencer no seu ato encantador me desata porque tu atuas numa vida de gazim.
Choro ausente na solidão tu me mata sou um farrapo sem você em redor de mim.
Ganhar a vida em gazopa pedante veste bem mais mui feliz é em saco de estopa.
Mais a todo custo preserva o estilo sabe bem dar insulto ao sacudir as popas.

Estufo vertido de razão dedico também ação em amar na  razão de uma loucura.
Rufo faço rodeios e pavoneio na inspiração no piano completo na partitura.
Bufo  na canseira por vencer e ser feliz um amor  que verte sem treino sem trégua.
Garamufo na jornada sem prática que fiz só porque ela é instrutora e sem régua.

Na garela a perdiz mostra inocente incauta onde está o seu recanto paradeiro.
Somos extasiado na hora nós se aparta assustado  dando grunhido porco no chiqueiro.
Meu grito é Adolfo, Adolfo, Adolfo, é socorro vejam marmanjos roubaram a bermuda.
Saindo nu na madrugada na surra quase morro eco e alarido que Deus me acuda.
Sem roupas sem dinheiro num xilindró mais mesmo em desastre foi bom o ato.
Sem se arrepender chorei igual mandi no anzol e custo exorbitante e perdi até o sapato.

Composta em 19 de novembro de 2011

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