Peteleco aos Opressores (Poema)

Se minhas escritas aborrecem. Aos fanfarrões ue quer destaque.
E quem esconde nas religiões. Usam a bíblia para o ataque.
Fanfarrões dizem ter amor. Mais na verdade é um dragão.
Falam muito de ajudar o próximo. Objetivo é severa perseguição.
Jeová quer que seu povo use a boca. Com espírito santo em ação.
Querem ser alguma coisa. Sem talento é chocho cerne de mamão.
Grande euforia em destaque. Anela ser chamado de pastor ou ancião.
Incrementa ser visto pelo mundo. Orgulho quer ser chamado de cristão.

Jeová corta o seu barato infrutífero. Na comunidade é um garanhão.
Esperem o acerto de conta. Leva susto sem credenciais molha os garrão.
Pilatos confrontou com Jesus. Realizou inocência lavando ambas as mãos.
Hoje tem aquele que destaca fazer prosélito. Orgulho  leva a destruição.
É fácil acusar outros de escorregadios. Como faziam sacerdotes fariseus.
Jactanciavam em pagar dízimo. Convicto em ser filho de Abraão
Mais justiça e a misericórdia. Em seus meios jamais aconteceu.
Gravata e paletó não identificam um homem. Forja é o amor que morreu.

Orgulhosos que julgam por fora. Mais nosso interior quem conhece é Deus.

Deus fez arvore que produz frutos. Embeleza a natureza e útil também.
Humanidade embeleza o circulo familiares. Ramalhete é fábrica de neném.
Mais é irresponsável estão vegetando. Sem pensão filhos vai à FEBEM.
Cargo humano ainda é imensurável. Usar a boca favor dos mansos ir além.
É benção dar receita de bolo saboroso. Estimula as almas a de alguém
Se o bolo for envenenado ao semelhante. Justiça cobra na nova Jerusalém.

Quem pensa ser líder bem certinho. Pastores e anciãos uivam condenado.
Não curam feridas das ovelhas. Deixam nus contundidos arrasados.
Tempo e atitude cerca nas bofetadas. Estevão passou por essa situação.
O que interessava era o apoio de Deus. E o micro poderoso em alucinação.
Tempo curto que satanás esta louco. Tempestade faz Jô agir em refutação.
Companheiro condena friamente. Pensa ser rei da cocada faz escoriação
O dia chega não quer baixar o guizo.  No interno é forte a podridão.
Mostre obras covardes vagabundos. Garganta não resolve a situação.

Composta em 20/9/2011

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